Mafalda pra mim não é um personagem, ela é uma revolucionária tão carne e osso quanto eu e você. Suas tiras dos anos 70, criadas pelo argentino Quino, ainda permanecem atuais e urgentes no dia de hoje.Taí uma personagem nada conformista, que não se contenta em observar o mundo com suas idéias de políticas e humanidade pré-estabelecidas.
Apaixonada pelos Beatles, esta menininha de sete anos, odeia sopa de legumes com a mesma convicção que odeia as guerras e o racismo, tornando-se uma personagem infantil e madura na medida em que todo ser humano deveria ser. Acredita que os bebês são feitos em Paris, que o mundo está enfraquecendo de desgosto e se o globo terrestre tivesse um fígado já teria morrido de hepatite!
Sempre preocupada com a paz mundial, seus quadrinhos são um amontoados de pérolas que vão de encontro aos valores sociais, discernindo sobre televisão, economia, consumo, política e hierarquia familiar.
Os personagens que a rodeiam permitem um desenrolar de situações hilárias, como o olhar de piedade sobre a própria mãe (enxergando-a como medíocre por não ter completado seus estudos e ser dona de casa), seu pai que sofre freqüentes crises de idade, Felipe seu amigo sonhador avesso à escola, Manolito que odeia os Beatles e compõe a ala capitalista das tiras, Susanita fofoqueira e fútil que espera se casar com um homem rico, Miguelito com seu coração humano e Liberdade, que é uma personagem pequenininha, fraquinha e lúdica, mas forte em contemplações e nada acomodada.
As tiras do Quino são assim... sensacionais! E se a gente não voltar a ser criança lendo suas tiras, podemos nos espelhar nesta inocência e senso crítico para nos tornar adultos bem mais legais. 











Como dizem por aí, não podemos morrer sem antes plantar um filho, ler uma árvore, ter um livro e fazer o próprio site! rs

Destaque para os amigos adolescentes de Horton (incluindo um amarelo com grandes olhos, fofo e bizarro, que parece ter saído de um experimento científico), e para a canguru que se vê ameaçada sobre novos paradigmas e protege seu filhote canguru (já bem crescidinho) dentro da sua bolsa, sufocando o pobre coitado em um mundo tão chato quanto seu nariz empinado.



















...e uma Feliz Páscoa!

O que era pra ser trabalho, novamente virou diversão, um site que está no forno e colocaremos no ar dentro de uma semana.
Logo na abertura do filme (naquele momento dos créditos principais), uma abertura com design meio vinheta de MTV já adianta sua narrativa: teen, poética e não muito convencional.
O nome Gigante Guarany, é uma alusão a vista do “Gigante Deitado” que se observa no arranjo do relevo de alguns pontos da Cuesta sobre as áreas de recarga do Aqüífero Guarany. Este Gigante também representa o despertar das populações locais sobre o imenso valor de suas próprias riquezas, de sua cultura, do respeito a natureza e toda sua biodiversidade e do real protagonismo da agricultura familiar como pilar do desenvolvimento sustentado do país. O termo, Guarany, também sugere uma homenagem a todas as culturas e povos que vivem em harmonia com as leis da Natureza.
