quarta-feira, 9 de abril de 2008

Básica e bem vestida

Quem passar pelo centro da rua Monsenhor Ferrari, 261 vai notar novidade no ar... Tanto as mulheres que gostam de se vestir bem quanto os homens que gostam de presentear, têm uma loja cheia de novidades para conferir!
Patrícia Balarin “your style” veio pra ficar. A loja toda (desde o logotipo) foi pensada justamente na mulher moderna que gosta de se vestir bem no dia-a-dia e não dispensa o modelito básico (mas diferenciado) quando vai sair a noite.
Sucesso para nossa cliente (que se tornou amiga) e vai conquistar os clientes com seu profissionalismo, bom gosto e simpatia.
Vale a pena fazer uma visita!

domingo, 6 de abril de 2008

Pipoca e caipirinha

Tenho um prazer inquestionável por cinema nacional, não apenas por patriotismo, mas como preferência em assistir na grande tela os filmes tupiniquins. Gosto da identificação geográfica, das particularidades, da mágica em fazer bonito muitas vezes sem mega recursos.
Carlota Joaquina deu origem ao novo cinema brasileiro, com menos apelação sexual e mais qualidade. Antes desse filme, qualquer tentativa de assistir aos filmes nacionais com a família poderia ser uma idéia desastrosa!
Em seguida lembro-me do filme “O quatrilho” que mesmo com sua narrativa lenta (mas de fotografia simpática) elevou nossa auto-estima na sétima arte nacional, concorrendo ao Oscar de melhor filme estrangeiro, abrindo as portas para novos projetos, mais investimento e mais atenção do grande público.Faço propaganda mesmo dos nossos filmes...
Semana passada indiquei para um amigo o filme “Casa de areia”, de Andrucha Waddington, que para minha surpresa disse que não agüentou assisti-lo inteiro pela forma lenta (mas proposital) da narrativa. Acredito que as pessoas se viciaram em filmes americanos fáceis, rápidos e descartáveis, muitas vezes se acostumando com esses tipos de produções. Nada contra o cinema entretenimento e descompromissado, mas não podemos ficar acostumados apenas com estas fórmulas prontas, criadas apenas para vender boneco, produtos e ilustrar parques temáticos.
Montei aqui uma lista dos 10 filmes brasileiros, que, em minha opinião, valem a pena serem vistos ou revistos.

1. Abril despedaçado, Walter Salles
Um filme lírico filmado com maestria no nordeste brasileiro, as interpretações são intensas e as simbologias de tempo e transição existencial deixam ainda mais refinado o trabalho. Pessoalmente, um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Walter Saller é fodão!

2. Central do Brasil, Walter Salles
Tem coisas que de tanto a gente ouvir parece cair no embargo do comum. Desgastes de mídia a parte, o filme é belíssimo, a fotografia é impecável e a direção é fora de série. A câmera é usada com sabedoria neste filme que emociona qualquer coração gelado.


3. Terra estrangeira, Walter Salles
Walter Salles é realmente meu cineasta preferido! Terra Estrangeira é um filme em preto e branco que retrata o exílio, a busca de identidade e a solidão, temas comumente usados pelo premiado diretor. Apresenta personagens desenraizados, não apenas de uma nacionalidade, mas da cidadania e da relação com o outro.

4. Cidade de Deus, Fernando Meirelles
Um filme forte, bonito e com uma montagem perfeita. O drama é contado no ponto de vista de um garoto pobre da comunidade que sonha em ser repórter fotográfico e resiste à tentação de entregar-se ao aparentemente fácil caminho da criminalidade.

5. Deus e O Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha
Poético, sensível e com nuvens carregadas de metáforas, um filme que define bem a personalidade do diretor."Vou contar uma história, na verdade, é imaginação. Abra bem os seus olhos pra enxergar com atenção. É coisa de Deus e Diabo, lá nos confins do sertão.”


6. Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos

Filme antigo, em preto e branco, que mostra o ciclo da seca do sertão de forma dura e agressiva. Uma luta de sobrevivência diária com ótimos personagens e uma narrativa que incomoda. Um grande filme!


7. Casa de Areia, Andrucha Waddington
Fernanda Montenegro e Fernanda Torres dão um show à parte, sem comentários... O diretor de fotografia deixa de lado o visual “cartão postal” e adota imagens brancas e vazias como o cotidiano das mulheres do filme, com seus sentimentos que vão do desespero a plenitude. Existencial.


8. Amarelo manga, Cláudio Assis
Não é o tipo de filme que agrada a todos. Cores e enredo forte com visual à la Almodóvar. Os personagens são guiados pelo desejo, tendo como pano de fundo um universo hostil e a busca da realização. Não o amarelo brilhante do ouro, mas do brilho das riquezas internas, embaçado pelo dia-a-dia.

9. Os filhos de Francisco, Breno Silveira
Dá medo pensar o que um filme baseado na história real de uma dupla sertaneja pode dar! No fim o resultado é bem bacana, e reflete bem a luta diária de milhões de brasileiros. Claro que esse “final feliz” com o bolso cheio de bufunfa não é a realidade da maioria... Apesar de alguns pecados (como a cena final mela cueca) merece nosso perdão e vale a pena ser conferido.

10. O caminho das nuvens, Vicente Amorim
Não sei o que este filme está fazendo nesta lista, ele até que começa bem... mas termina submerso feito o Titanic! Uma boa desculpa para assistir este filme é conferir Cláudia Abreu cantando clássicos de Roberto Carlos... compensa tudo!

Vários filmes ficaram de fora (incluindo, quero dizer, excluindo o ótimo Cidade Baixa, de Sérgio Machado e Bicho de sete cabeças, de Laís Bodanzky), quando sobrar um tempinho vou postar uma lista mais completa.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Miss mina terrestre

O concurso “Miss Mina Terrestre 2008” é uma iniciativa bem diferente do que a gente pode esperar de um concurso de miss, com beldades “perfeitas”. E é justamente por isso que este evento chamou tanta atenção.
O concurso de beleza está sendo realizado em Angola, contando com mulheres que foram mutiladas em explosões de minas naquele país. Mórbido? Nem um pouco. Como ressalta o idealizador do projeto - o artista norueguês Morten Traavik - no site do evento, o objetivo do concurso é resgatar o orgulho dessas mulheres, e de quebra, questionar os padrões de perfeição física.


E é aí que reside a beleza dessa ação: muito mais conceitual que física.
Por que uma mulher negra, mutilada, na faixa dos 30 anos, de um país pobre que acaba de sair de quatro décadas de guerra civil, não poderia ser considerada bonita?
Para o concurso, financiado pelo governo angolano e pela União Européia, as candidatas participaram de uma sessão de fotos dirigida pelo norueguês em parceria com ONGs que trabalham com o auxílio para vítimas de minas terrestres. A vencedora do “Miss Mina Terrestre” será conhecida hoje, durante uma cerimônia de gala, em Luanda, data escolhida pela ONU para celebrar o Dia Internacional da Conscientização e Ação contra as Minas.
Segundo o site da BBC Brasil, mais de 70 mil angolanos já foram mutilados pelas explosões e mais de 2 milhões correm risco de sofrer acidentes em minas terrestres no país. Ao lado do Afeganistão e do Camboja, Angola é o país com mais minas terrestres espalhadas por seu território. Triste.
Quando há tanta discriminação aos deficientes, é saudável esta iniciativa, que eleva o astral desta gente tão maltratada por uma guerra estúpida e covarde, que deixou marcas eternas no corpo e na alma de tantos inocentes.

Incomodou, né?

Site oficial do evento: www.miss-landmine.org

Santo Seiya

Saint Seiya, conhecido no Brasil como Os Cavaleiros do Zodíaco, é uma das séries mais famosas do mundo, contando a história de jovens guerreiros guiados pelas constelações, protetores da deusa da sabedoria, da paz e da guerra.
Conta a saga de cinco guerreiros com a missão de proteger Saori Kido, uma garota que é a reencarnação da deusa Atena, e lutar contra as forças do mal, num ambiente repleto de mitologias.
A série exibida na TV é uma adaptação do mangá de mesmo nome criado por Masami Kurumada.

No Brasil, o lançamento da série em 1994 foi responsável por mudar a maneira que o público assistia animes, desencadeando uma "anime-mania", sendo percusor de outras manias, como Sailor Moon e Pokémon. Pode afirmar-se que Saint Seiya deu contribuições especiais no desenvolvimento da cultura japonesa de mangás e animes.
É a mais importante e antiga origem para Doujinshi, que acabou crescendo numa subcultura periférica significativa de anime e mangá. Os grupos Doujinshi têm atualmente um grande número de membros em várias partes do mundo.

Esquema Básico de Produção:

Storyboard
Um exemplo de story-board da abertura principal da Saga de Hades Santuário elaborado por Tatsuya Nagamine. É curioso notar a designação em uma das cenas de um "PAN", estas são imagens grandes que aparecem no anime, onde a câmera percorre esse desenho grande, é um recurso muito comum. Outro detalhes deste story-board é que ele mostra um plano onde um cisne levanta vôo nas terras geladas, introduzindo a aparição de Hyoga. Este plano acabou não sendo utilizado na versão final, as transições das cenas da abertura eram introduzidas por pétalas das Twin Sals, que também flutuavam pela tela.

O diretor Shingeyasu Yamauchi elaborando um dos story-board da Saga de Hades Santuário. Enquanto elabora as cenas, Yamauchi cronoemetra o tempo exatao que cada cena descrita deve durar, tais dados são expressos por ele ao lado de cada cena do story-board.

Layout
O Diretor (ou Supervisor) de Animação desenha os layouts baseado justamente no story-board. Os layouts, composto de rough sketches, os esboços básicos, definem o tamanho da cena, os quadros da câmera e as posições, onde os personagens se colocarão e como serão os backgrounds (cenários de fundo da cena). A partir daí, diferentes divisões do staff (a equipe técnica) vão trabalhar, separadamente, em cima disso. Cada uma das sequências, ou seja, cada cut, começa a ser trabalhado, para que depois, ao se juntarem, formem o anime que vemos em tela.


Genga
Com base nos esboços já produzidos, os animadores ou "key animators" produzem os genga, que são os chamados por alguns de "desenhos-chave da animação", ou seja, os principais desenhos que constituem uma animação, os primeiros frames de um movimento em cena de um personagem, por exemplo. Aqueles que produzem os genga também são chamados de genga ou gengamen.


Dôga
São os desenhos que compõem os movimentos. Entre os genga, os desenhos-chave, são colocados os dôga, eles são os desenhos que preenchem os gengas formando a sequência do movimento em si. Por essa razão, aqueles que produzem os dôga são chamados também de dôga, e também podem ser chamados de intervalistas.. Os dôga são escaneados para o computador após passarem pela verificação e correção dos Supervisores ou Diretores de Animação. Uma vez dentro dos computadores, estes desenhos ganham cores e são adicionados efeitos especiais se for o caso.

Haikei Genga
Enquanto parte do staff se ocupa da animação dos personagens, outro grupo se encarrega das decorações de cenários de fundo. Haikei Genga é justamente um genga dos backgrounds, os esboços dos cenários de fundo. São feitos por pessoas com o título de Bijutsu Designer ou Art Designer, e no comando desta equipe está o Diretor ou Supervisor Artístico. Esses Haikei são escaneados para o computador e lá recebem as cores definitivas e demais efeitos especiais.

Edição
Depois que ambas as equipes terminam suas funções, os personagens e backgrounds já coloridos e com os respectivos efeitos são sintetizados no computador, lá eles também podem receber mais efeitos, e assim a sequência está praticamente completa, este é o chamado processo de Fotografia. Com tudo digitalmente sintetizado vem a Edição, o trabalho de reunir os cuts (as seqüências).

Dublagem
Aquilo que conhecemos no Brasil como "dublagem", ou seja, atores emprestando suas vozes aos personagens, é conhecido no Japão como Afureco, ou seja, After Recording. É chamado assim por ser literalmente um "pós-gravação" do anime, mas isso não quer dizer que a dublagem deva esperar a conclusão de todos os processos anteriores da produção. Cabe explicar que, para os japoneses, a fase chamada de "Dublagem" (Dubbing) é aquela em que os demais efeitos sonoros e as músicas são mixadas adequadamente ao video, juntamente com as falas gravadas no After Recording. Os dubladores são chamados de "seiyuu", literalmente "ator de voz".

Fonte: www.taizen.blogger.com.br

Animação produzida pelo nosso web designer Caio Fernando, um verdadeiro "Cavaleiromaníaco", que já foi vista mais de 28.000 vezes na internet!

SOMOS TODOS IGUAIS!

O projeto
Consiste na apresentação dos serviços do Hospital Professor Cantídio de Moura Campos, através de campanha e exposição de fotos, visando mostrar a trajetória de mudanças e transformação do modelo assistencial oferecido pelo hospital. E, desta forma despertar o tema sobre respeito, diferenças, inclusão e cidadania.
A idéia principal é fazer alusão entre o poder que a arte fotográfica, a maquiagem e o visual tem em transformar pessoas comuns em celebridades, indo de encontro com a proposta de assistência da entidade em saúde mental, de forma inclusiva e humanizada: “Um pouco de maquiagem nos torna artistas. Um pouco de respeito, cidadãos”.
Os modelos escolhidos para ilustrar a campanha foram os próprios moradores do serviço residencial terapêutico, encarnando personalidades famosas como Marilyn Monroe, Elvis Presley, Frida Kahlo, Ray Charles e Charlie Chaplin.

Aceitar e respeitar o outro como ele realmente é nunca foi tarefa simples, na literatura como na vida real existem inúmeros exemplos de personalidades famosas que muitas vezes não foram devidamente compreendidas na sua época pela falta de informação e sensibilidade. Talvez a maior mensagem seja esta, que, sem a “maquiagem social” que estamos habituados a usar, somos todos iguais.

Parceria
A campanha contou com a parceria da Secretaria de Estado da Saúde, Malu Ornelas Fotografia, Thomas Degen Photos e Peagade Comunicação.

Fotografias
O material fotográfico da campanha é assinado pelos fotógrafos profissionais Malu Ornelas e Thomas Degen.
- A produção e maquiagem das fotos é da Maria Pia Ornelas, premiada em 2007 na categoria novos talentos no 13º Premio Avon de Maquiagem, entrando para o time dos melhores maquiadores do país.
- Malu Ornelas trabalha no mercado da moda há seis anos, e é representante oficial da agência Ford Models Brasil, tem seu trabalho reconhecido nacionalmente, e descobriu em 2004, entre vários modelos, Camila Finn, única brasileira a vencer a etapa mundial do Supermodel of the World. Usa o trabalho mais que como ofício, uma forma de arte.
- Thomas Degen, fotógrafo convidado para a campanha, é especializado em imagem corporativa comunicacional, e atualmente explora a vertente simbólica e documental da fotografia, introduzindo fortes características autorais ao seu trabalho.

A exposição fotográfica “Sem maquiagem somos todos iguais”, começou seu trajeto em Botucatu, passando pelo Seminário Internacional de Saúde no Hospital Sirio Libanês e atualmente pode ser vista no prédio da Secretaria de Estado da Saúde - Dr Enéas Carvalho de Aguiar, também em São Paulo.
A campanha contou com diversas peças, entre elas, postais e folders explicativos.

O que era para ser um projeto aparentemente comum acabou cativando todos os profissionais envolvidos, mostrando que um pouco de atenção pode mudar a ótica preestabelecida que temos sobre as diferenças. Com total liberdade e confiança cedida pela diretoria do hospital, imprimimos muito mais do que um mero ofício neste job, mas um pouco de nós mesmos.
Fotografar os pacientes do hospital, nesta campanha, e levar esses registros ao público é uma grande oportunidade de promover uma discussão sobre a construção do preconceito gerado por interpretações simbólicas superficiais de assuntos marginalizados.
"Essas interpretações que julgam o indivíduo são normalmente simplistas e baseiam-se muitas vezes na crença do conteúdo dos meios de comunicação em massa e em uma cultura inflexível de conhecimento" salienta Thomas Degen.
Acompanhar de perto o trabalho desenvolvido pelo hospital, trabalhar com profissionais sensíveis e de extremo talento, estruturar uma campanha nobre, faz o trabalho de qualquer profissional realmente valer a pena!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Viva MAD!

Uma boa notícia: a lendária revista Mad está de volta no Brasil a partir deste mês.
Sucesso nos anos 80 pelo seu humor ácido, foi uma febre entre os malucos com seu conteúdo assumidamente abestalhado (mas nem por isso apolítico). É o tipo de publicação que tem um público cativo... quem gosta, adora, quem não gosta, não passa nem perto!
A revista tem como símbolo Alfred E. Neuman, "um jovem com cara de idiota", que está presente em todas as capas satirizando situações atuais.

Seu humor é via jugular, carregado de sátiras de filmes e programas de TV, com críticas sociais debochadas e traços que vão do tosco ao impecável.
Chegou a ser, inclusive, investigada pelo FBI por incitar a delinqüência juvenil, o que de certa forma aumentou ainda mais sua popularidade. Batendo de frente com a política e a religião o lema sempre foi “não levar nada a sério demais”.
Ótima pedida para quem gosta de ficar bem informado quando vai ao banheiro!

Algumas frases de Alfred E. Neuman:

"Vivemos em uma época em que os sucos de limão são feitos com limões artificiais e que os detergentes são feitos com limões verdadeiros."

"Em terra de cego quem tem um olho é ciclope".

"Você é único, assim como todos os outros."

"Pesquisas comprovam que ninguém confia em institutos de pesquisa."

"Crise? Um dia ainda vamos rir de tudo isso... se o governo financiar as dentaduras."

"Criar uma criança é como tirar uma foto... a gente nunca sabe como ela vai ficar!"

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Amor pela cidade
Neste mês de aniversário da cidade, a Peagade foi responsável pela campanha promocional da Revista QG “Eu amo Botucatu”.
A Revista QG conta com uma tiragem de 5000 exemplares, distribuídos em toda região, contando hoje com mais de 2000 assinantes.

A campanha
Assinando a Revista QG no mês de Abril, os novos leitores vão ganhar de quebra, além de informações de qualidade, o Kit “Eu amo Botucatu”: uma camiseta personalizada, um adesivo e pizza da Pizzaria Cabana.
O selo da campanha é ágil e moderno, seu design foi construindo focando a mensagem em formato lúdico e humano.
O conceito “Eu amo Botucatu”, partiu da própria filosofia da revista, embasado nos valores de preocupação em informar de forma dinâmica seu público, representando a energia positiva da cidade e do calor humano dos leitores.


“Quero lhe dizer que estou muito empolgado com a campanha, adorei o seu trabalho e tenho certeza que vou ter um excelente resultado”.
(Rodrigo Giraldi, diretor geral da Revista QG).

Necessidade de comunicação
Segundo o Projeto Inter-Meios, propaganda cresce 9,3% e revela investimentos no setor por parte dos empresários. No caso das revistas, no ano de 2007 houve um salto de 7%, passando para R$ 1,502 bilhão, de R$ 1,403 bilhão em 2006. A participação no total é de 8,61%. O meio rádio cresceu 8,73%, com participação de 4,17%, enquanto os jornais tiveram acréscimo de 3,63%, com participação de 15,46%, ou seja, concentrando R$ 2,696 bilhões do investimento bruto em mídia. Lembrando que todos estes percentuais são considerados a partir do investimento bruto em mídia (R$ 17,441 bilhões) e não do bolo publicitário total (R$ 23,924 bilhões), que soma até o volume de produção comercial.
A necessidade de comunicar-se – formando e informando – sempre existiu no homem. Numa época de competitividade e desejo de expansão de mercados, buscando atingir os mais variados públicos, faz-se necessário o investimento em propagandas de qualidade.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Os rascunhos nossos de cada dia

Aqui é mais ou menos assim: no momento de trabalho a gente rabisca, no momento de descanso... a gente rabisca!
Seja a rafe de um novo trabalho (naquele momento único que um lápis e um pedaço de papel guardam uma idéia em um campo que nem a gente mesmo sabe onde vai dar), ou simplesmente em um traço descompromissado do que era para ser uma abóbora, vira uma tartaruga e no fim acaba se tornando um helicóptero!
Foi meio que dando “um limpa” aqui na papelada que me deparei com uma caixa enorme de desenhos que vai se amontoando e que sempre tenho pena de mandar pra lixeira... Inúmeras charges minhas e do Cacão, mangás do Caio com seus olhos enormes, desenhos as pencas do Luizão... Impossível postar aqui todos esses rabiscos no grafite ou na caneta, até porque, ele tem pra gente o mesmo valor que o filho feio tem para o pai, nem todo mundo pode achar tão bonito assim!
Mas sinto que cada rabisco guarda em si uma idéia que poderia ter sido e não foi, algo que tirando as aparas muitas vezes escondia uma grande solução.
Tenho um respeito quase sagrado por todos esses rabiscos, rascunhos, testes, rafes, anotações de rodapé e tudo que possa caracterizar um estudo preliminar, que, depois possa servir de suporte para uma idéia num trabalho.
Que os rascunhos nossos de cada dia sejam nossa arte-final de amanhã!
Amém.