sábado, 27 de junho de 2009

DESIGN COMESTÍVEL

FOTOS CURIOSAS

A valorização do relacionamento com o cliente

Recebi por e-mail esta pequena parábola, onde pequenos elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conheço. Resolvi dividi-la aqui com vocês.


UM FÓSFORO, UMA BALA DE MENTA, UMA XÍCARA DE CAFÉ E UM JORNAL

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.
Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:
- Bem-vindo ao Venetia!
Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais!Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.
Qual não foi a sua surpresa!
Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar.
Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: "Sua marca predileta de café. Bom apetite!".
Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe?
De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal..."Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?"Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.
O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.



Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje.
Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado.
Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemo-nos das pessoas.
O valor das pequenas coisas conta, e muito. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!
Encerro com os dizeres da notável Madre Tereza de Calcutá: "Não deixeis jamais que alguém que achegou-se de ti, vá embora, sem sentir-se melhor ou mais feliz".

domingo, 21 de junho de 2009


Das estradas de todo o Brasil para a grande tela

Duas grandes notícias: a primeira, a Caio Induscar, empresa encarroçadora de ônibus, líder na produção de carrocerias urbanas, acaba de renovar contrato com a Peagade Comunicação. A agência possui a conta da empresa desde maio de 2008.
A segunda, é que ainda este ano, será possível ver na tela do cinema o ônibus rodoviário produzido pela Caio, Giro 3600. O ônibus foi encarroçado especialmente para as filmagens da comédia “Família Vende Tudo”, da Globo Filmes.

O longa conta com os atores Luana Piovani, Lima Duarte, Caco Ciocler, Vera Holtz e grande elenco.
O filme conta a história de uma família em dificuldades financeiras que tem uma brilhante idéia: fazer com que a filha Lindinha engravide do famoso cantor Ivan Carlos. Estrela da música brega, Ivan Carlos vive tendo casos com as fãs e não assume o matrimônio com medo de atrapalhar sua carreira. Vera Holtz apareceu com o visual totalmente novo para compor sua personagem Cida, casada com Aricienes (Lima Duarte). O casal vai passar situações inusitadas e farão de tudo para sobreviver em uma favela na capital paulista.

No Omeleteve, o cineasta Alain Fresnot e a atriz Luana Piovani falam ao editor Marcelo Forlani sobre o filme:

segunda-feira, 15 de junho de 2009

VIDE BRAZIL

No último dia 12 de junho, na Livraria Nobel - em Botucatu, aconteceu uma seleção destinada a jovens com interesse na carreira de modelo, organizada pela fotógrafa Malu Ornelas, em parceria com a Peagade Comunicação e Jeff Carani, diretor geral da agência Modelos-Inc, com base em Denver, Colorado - Estados Unidos.


Na ocasião, Jeff Carani e outros colaboradores falaram sobre os desafios da profissão para cerca de 200 pessoas presentes na seleção.
O evento marcou o início da parceria que tem como objetivo a criação de uma agência de modelos internacional. “A agência Vide Brazil irá explorar o mercado da moda em todo território nacional, buscando investir em trabalhos sérios e na preparação dos modelos, tanto para o mercado das capitais brasileiras, quanto para os grandes centros da moda no exterior”, conta Malu Ornelas, sócia-proprietária da agência.
Se você tem perfil e interesse na carreira de modelo ou quer saber mais sobre o trabalho de Jeff Carani, Malu Ornelas e Peagade Comunicação acesse: www.modelos-inc.com/, http://www.maluornelas.com.br/ e http://www.peagade.com.br/


ADICIONE ALGO DE VALOR AO UNIVERSO

Para ser verdadeiramente inspirado por um grande trabalho, é preciso saber que você está fazendo a diferença. Que você está adicionando algo de valor ao universo. Que você é parte de algo que fará a diferença e que você tem um papel significativo nisso.
Para fazer a diferença você não precisa estar fazendo algo necessariamente grande. Você não tem de estar à procura da cura para o câncer. Mesmo uma garçonete de uma lanchonete do bairro pode estar fazendo a diferença. O fundamento é que seus esforços seriam perdidos e seus clientes teriam uma sensação de perda se você parasse de fazer o que você está fazendo.
Se o que você estiver fazendo não tiver um propósito, o prazer no seu trabalho acabará e você sentirá um vazio. Eu vivi essa sensação mais de uma vez. Eu trabalhava com ferramentas, técnicas e até mesmo com pessoas que eu gostava, mas o fim não justifica a viagem.
Você só pode se esconder nas sombras dessas circunstancias até o momento em que sua paixão começa a sumir. Você só pode desculpar sua falta de impacto sobre o mundo com “mas é muito dinheiro” ou “pelo menos estamos fazendo de forma ágil” ou mesmo “desta forma eu posso continuar usando Rails” até que a lista de histórias se repita e tudo comece a soar igual.
Lembre-se que seu tempo é limitado. Quando você descobrir que só está comendo alimentos sem calorias, olhará seu rosto pálido no espelho e verá que pode ser difícil de se reconhecer.
Lembro-me de acordar com esta cara um dia, há muito tempo atrás, e pensar que “o mundo estaria exatamente igual se eu não estivesse por aqui nos últimos seis meses”. É um sentimento terrível de arrependimento.
Mas a boa notícia é que nunca é tarde demais para fazer alguma coisa. Eu abriria mão de uma atmosfera aconchegante no trabalho e da oportunidade de utilizar uma ferramenta que gosto de usar se o preço for ter de fazer um trabalho que simplesmente não importa. Você também deveria fazer isso.

*Este texto é uma tradução de um artigo do blog Signal vs. Noise.