domingo, 20 de abril de 2008

Por fora bela viola...

Não é de hoje que escutamos a célebre frase “uma imagem vale mais que mil palavras”. Esta máxima se enquadra perfeitamente quando se trata de certos fornecedores de produtos alimentícios que fazem de tudo para pegar em cheio o estômago do famigerado consumidor.
O site alemão pundo3000 propôs uma divertida tarefa: fez diversas comparações com fotos de produtos em suas embalagens, e depois fotografou os produtos “reais” logo após serem retirados da embalagem, sem a intervenção de estúdios ou tratamentos das fotos.
O objetivo da experiência é a crítica aos recursos de publicidade do nosso tempo.
Não duvido que se tratando de comida, comemos primeiro com os olhos, naquele momento em que nos deparamos com a gôndola do supermercado e com o desejo maior que a barriga... Uma experiência no mínimo curiosa.
E você, tem fome de quê?


sábado, 19 de abril de 2008

Orkut pára-choque de caminhão

A primeira comunidade de relacionamento do gênero, o Orkut é um grande sucesso aqui no Brasil.
Logo que apareceu, os jornais brasileiros especializados em informática reservaram a ele uma atenção considerável, o que ajudou a proliferar ainda mais sua popularidade. Uma febre que atingiu pessoas de todos os tipos, classes, idades, interesses, e por aí vai...
Atualmente conta com mais de 20 milhões de brasileiros, segundo o próprio site.
Mais curioso é dar uma espiada nas comunidades que pretendem reunir pessoas interessadas ou curiosas em determinados assuntos, a disposição do mais leigo dos mortais (algumas delas com mais de 400 mil adeptos!). Algumas são úteis, outras de tão mau gosto que nos censuramos a postar aqui.
De qualquer forma dá pra se divertir notando até onde vai a criatividade ou o ócio de tanta gente!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Por que algumas marcas vendem e outras são só nomes?

O motivo é simples, as marcas que vendem têm significados fortes para seus públicos-alvo: trade, influenciadores, aplicadores e consumidores finais. As demais são apenas nomes mais ou menos conhecidos, que não conseguiram estabelecer vínculos emocionais mais profundos com o mercado.
Assim como na vida pessoal preferimos estar com pessoas que nos identificamos e gostamos, do que apenas com pessoas famosas pelas quais não temos a menor intimidade e cumplicidade. O mesmo ocorre na relação marcas x consumidor. Não são as marcas que escolhem o consumidor, é o contrário: o consumidor é que se sente atraído pela história que a marca está contando e acaba a escolhendo como preferida. Motivo pelo qual ter uma boa história é o primeiro passo para haver um bom casamento entre a sua marca e o mercado.
Marcas têm que servir para ajudar a vender mais, mas vender mais com lucro. Se for para a empresa vender mais não ganhando dinheiro é bem mais simples: basta baixar os preços dos produtos e vai escoar todo o estoque! Mas qual o executivo ou empresário que tem prazer em não ter lucro? Pessoalmente, não conheço nenhum.
O caminho para o lucro através do fortalecimento da marca é tornar algo que está cada vez mais igual - seu produto em algo desigual aos olhos e coração das pessoas. Como? Agregando valor à marca, uma vez que ao produto são cada vez mais efêmeras as melhorias. A velocidade com que se copia é impressionante, todos copiam a todos durante todo o tempo.
Logo, a diferença está fora do produto: no serviço surpreendente, na comunicação que produz a ruptura, na motivação e treinamento da equipe de vendas. Mas todos estes recursos também não são novidade. Mas enfim, o que é novo então no mundo das marcas fortes? É entender que, mais do que um significado, uma marca é um sistema de crenças. E que para gerenciar uma marca é fundamental fazer um salto de uma única dimensão para sete dimensões, ou seja, é necessário aplicar um novo código: o Primal Brand.

Esta tecnologia parte do princípio que uma marca deve ter: uma boa história que produza confiança e identificação marca-consumidor, um credo, ícones-símbolos, palavras sagradas, rituais de relação marca-consumidor, pagãos e um líder. Enfim tudo isto para colocar a marca não só na cabeça, mas de fato no coração das pessoas. Agora a força intrínseca de uma marca está na sua essência competitiva, a qual será avaliada pelo consumidor através de seu nível de utilidade, seja funcional, emocional ou de auto-expressão (prestígio).
Cabe às agências em primeiro lugar entender o ponto de força da marca, aquele no qual os consumidores se apóiam para preferi-la e desenvolver um projeto completo de conexão e fortalecimento dos seus vínculos. Marcas que são construídas em cima de artistas globais crescem rápido, mas da mesma forma caem rapidamente. Porque estão associadas a “pessoas conhecidas” que não conseguem construir vínculos emocionais mais profundos com o consumidor, nem com a marca. Prova é que, quando deixam de patrocinar os milionários cachês, são imediatamente esquecidas pelo público. Trate de construir uma marca pelas crenças dela e não por fatores externos. Suas vendas crescerão e seus lucros também.

Artigo de João Satt, da Competence, publicado no AdNews.

Nostalgia sonora

Aqui em primeira mão uma notícia que vai agradar aos amantes da música internacional: um dos grupos mais populares da década de 50 fechou parceria com a AGfest e Peagade Comunicação, apresentando-se no próximo mês aqui em Botucatu, durante seu tour 2008 pelo Brasil.

Trate-se do grupo The Platters, que já vendeu mais de 50 milhões de discos, sendo um dos primeiros grupos “doo-woop” a entrar no Rock and Roll Hall of Fame. Criado em Los Angeles, em 1953, o grupo emplacou canções como “Only You”, “I’m Sorry”, “Sweet, Sweet, Lovin’”, dentre várias outras, alcançando, durante seu tempo, o status de grupo mais popular da música mundial.
Quem é que não guarda algum momento nostálgico embalado com alguns de seus sucessos? Com certeza um show que vai entrar pra história!